Mostrando postagens com marcador São Paulo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador São Paulo. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Erundina pode voltar a ser Prefeita aos 81 Anos - PSOL deve lançar Erundina na disputa pela prefeitura de São Paulo

Erundina disputou a prefeitura pela última vez em 2004 e teve como vice em sua chapa o hoje vice-presidente Michel Temer

Após deixar o PSB em março, a deputada federal e ex-prefeita de São Paulo Luiza Erundina deve disputar a prefeitura da Capital pelo PSOL. A sigla formalizou ontem o convite durante uma plenária realizada em uma universidade da capital paulista. A deputada foi ovacionada no evento, que contou com a presença de intelectuais de esquerda, lideranças partidárias e do ex-senador Eduardo Suplicy, que será candidato a vereador pelo PT.

Erundina disputou a prefeitura pela última vez em 2004 e teve como vice em sua chapa o hoje vice-presidente Michel Temer. Em 2012, ela era a mais cotada para ser candidata a vice na chapa de Fernando Haddad (PT), mas desistiu depois que ele se aliou ao ex-prefeito Paulo Maluf (PP).
Erundina ainda não deu resposta definitiva ao PSOL, o que deve acontecer na terça-feira. O deputado federal Ivan Valente é o mais cotado para ser o vice na chapa e também o coordenador da campanha. A filiação de Erundina ao PSOL tem caráter provisório, já que ela está empenhada em fundar outro partido, o Raiz. Com informações do Estadão Conteúdo.
Fonte: Notícias ao Minuto

quinta-feira, 10 de março de 2016

José Serra pode estar prestes a filiar-se ao PMDB

A escolha da legenda por Serra se deve a proximidade de ideologias dos partidos, e dessa forma não pareceria que é apenas o interesse eleitoral


O PMDB tem dado como certa a filiação do senador José Serra (PSDB-SP) com o objetivo de ser o candidato à Presidência em 2018. Segundo informações, ele não tem mais cenário no PSDB para disputar o Planalto.

De acordo com as informações divulgadas pela Folha de S. Paulo, o tucano já tem conversado discretamente nos últimos meses com a cúpula da legenda. Segundo fontes, a escolha da legenda por Serra se deve a proximidade de ideologias dos partidos, e dessa forma não pareceria que é apenas o interesse eleitoral, já que não há possibilidade de candidatura pelo PSDB.
Até então como pré-candidato ao Planalto, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, será, na verdade, candidato ao governo do Estado. Enfeita este cenário a aproximação de Serra da senadora Marta Suplicy, que será a candidata este ano para a prefeitura de São Paulo.
A entrada de Serra no PMDB pode ser pavimentada a partir da convenção nacional do partido na semana que vem. A amigos, o senador Serra repete que tem potencial para chegar a presidente da República. Além do recall das eleições passadas, se compara a Lula: assim como o petista, ele precisa de nova chance (seria a terceira. Lula venceu na quarta tentativa).
Fonte: Notícias ao Minuto

quinta-feira, 3 de março de 2016

Justiça da França condena Maluf a 3 anos de prisão por lavagem de dinheiro

O político teve 1,8 milhão de euros que estavam em contas e valores em espécie forma confiscados, além de os três terem de pagar multas que somam 500 mil euros


A Justiça de Paris condenou o deputado federal Paulo Maluf a três anos de prisão pelo crime de lavagem de dinheiro em território francês entre 1996 e 2005. De acordo com a sentença da 11ª Câmara do Tribunal Criminal, proferida no fim do ano passado e informada à Procuradoria Geral da República no último mês, a lavagem foi fruto de corrupção e desvio de dinheiro público no Brasil.

A mulher dele, Sylvia Lutfalla Maluf, e o filho Flávio Maluf também foram condenados pelo mesmo tribunal, de acordo com informações do G1. Eles já recorreram da condenação, e a decisão está pendente de decisão na Corte de Apelação de Paris.
Depois de saber da condenação, a PGR pediu a transferência da ação criminal que corre na França para o Brasil e também requereu a repatriação dos valores confiscados na ação penal contra o parlamentar. A entidade quer que ele seja julgado no Brasil porque, como é brasileiro, a Constituição veda extradição para cumprir a pena na França. Ainda não há decisão sobre o pedido de transferência e de repatriação dos valores.
Maluf teve 1,8 milhão de euros que estavam em contas e valores em espécie forma confiscados, além de os três terem de pagar multas que somam 500 mil euros.
A apuração na França se baseou no compartilhamento de provas da Procuradoria Geral da República e do Ministério Público do Estado de São Paulo em razão de ações contra o parlamentar. Os três agiram para ocultar a origem de recursos oriundos de corrupção e peculato e enviar valores para empresas offshore (firmas criadas para fazer investimentos no exterior) e contas em bancos no exterior. Na sentença, são citados processos no Brasil como beneficiário de fundos no exterior.
Fonte: Notícias ao Minuto

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Gestão Alckmin impõe sigilo de 50 anos em registro policial

A medida abre margem para que seja negado acesso a todos os registros, já que esses documentos incluem informações de quem registrou a queixa, testemunhou ou foi citado

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), decretou sigilo de 50 anos sobre dados de boletins de ocorrência registrados pela polícia de São Paulo. A classificação foi definida pela Secretaria da Segurança Pública e publicada no início deste mês no "Diário Oficial", como parte de uma série de revisões prometida por Alckmin no segredo de documentos e informações do Estado, informou a "Folha de S. Paulo".

Na prática, impossibilidade de acesso aos BOs pode inviabilizar o confronto de dados estatísticos de crimes divulgados pela secretaria. A medida estabeleceu os 50 anos de sigilo ao "histórico de registro digital de ocorrência e boletim eletrônico de ocorrência, quando não for possível a proteção dos dados pessoais dos envolvidos e testemunhas".
Ela abre margem para que seja negado acesso a todos os registros, já que esses documentos incluem informações de quem registrou a queixa, testemunhou ou foi citado. A Secretaria da Segurança Pública não esclareceu se alguma parte dos documentos será de acesso público.
Segundo a "Folha", não houve mudança na divulgação de informações do histórico dos boletins de ocorrência porque, "conforme já vinha sendo decidido pela SSP e Ouvidoria", os registros "só não poderão ser divulgados quando expuserem dados pessoais ou permitir a identificação de envolvidos e testemunhas".
Em dezembro de 2013, a Polícia Civil havia estabelecido sigilo sobre dados de "qualificação em registros digitais de ocorrências, boletins eletrônicos de ocorrências e peças de polícia judiciária (físicas, eletrônicas e/ou digitalizadas)". Neste decreto, a alegação é que se tratavam de dados pessoais, mas não havia a especificação de prazo.
Ainda segundo a "Folha", atualmente, a pasta só tem informado relatos resumidos de ocorrências por telefone. Já advogados de suspeitos, como partes envolvidas, têm acesso aos boletins. Para a diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Samira Bueno, não existe justificativa para sigilo. De acordo com ela, polícias e pesquisadores do país querem se debruçar sobre os dados de São Paulo para entender a redução dos homicídios nos últimos anos.
Fonte: Notícias ao Minuto

domingo, 31 de janeiro de 2016

Aviação brasileira de nada serve para a história da aviação? Museu da TAM encerra as atividades...


Crise e falta de interesse das autoridades comprometem futuro do acervo


TAM foi vendida ao chilenos e o dinheiro fala mais alto. História e memória se perdem por interesses que vilipendiam um País sucateado pela má administração de políticos pouco preocupados. Onde o Brasil vai parar deste jeito?
Com o desaparecimento da TAM o fechamento do museu é apenas uma questão de tempo. Desde Santos Dumont a aviação brasileira parece não ter importância para os brasileiros. 
Este Museu construído pela paixão do Rolim pela preservação da história da aviação, merecia um pouco mais de respeito!

Fontes internas no Museu da TAM afirmam que a instituição encerrou suas atividades no último dia 29. Inaugurado em 2010, o museu conta com um acervo de 90 aeronaves, além da reserva técnica, assim como diversos itens que retratam a história da aviação no Brasil e no mundo.
Fruto do sonho dos irmãos Rolim e João Amaro, o museu surgiu com a proposta de manter um importante acervo em plenas condições de voo. Entre as aeronaves expostas estão os icônicos Supermarine Spitfire, Vought F4U Corsair, Republic P-47 Thunderbolt, Messerschmitt Bf 109, MiG -21, Dassault Mirage III, Lockheed Constellation e Fokker 100.
Com a escalada da crise econômica e política no Brasil, a Latam, principal mantenedora do museu, passou a registrar uma série de prejuízos e redução no número de passageiros transportados. Com custos mensais na ordem de R$ 300 mil, o museu se torna oneroso diante dos desafios impostos pelo país.
Além disso, a Latam vem estudando utilizar o espaço dedicado ao museu como extensão das oficinais de manutenção. O sitio aeroportuário de São Carlos, no interior de São Paulo, abriga o principal centro de manutenção do grupo, podendo no futuro receber oficinas dedicadas aos novos Airbus A350 XWB e Boeing 787 Dreamliner.
Nos últimos meses, o cofundador João Amaro e a curadoria do museu, ao lado de importantes membros da sociedade aeronáutica, vêm discutindo a transferência das instalações para o Campo de Marte, em São Paulo.
O projeto conta com a simpatia do Comando da Aeronáutica, que estuda ceder parte da área que possui para a construção do edifício, que poderá abrigar todo o atual acervo e eventuais novas aeronaves incorporadas. Porém, a prefeitura de São Paulo se mostra relutante ao projeto. Um dos motivos é a disputa pela propriedade do terreno onde se encontra o aeroporto do Campos de Marte.
Em nota publicada em sua conta oficial no Twitter, a TAM informa que o museu está fechado para manutenção.
Fonte: Aero Magazine

domingo, 24 de janeiro de 2016

Ala tucana pressiona Serra por candidatura em SP

Serra afirmou que não tem intenção de concorrer. As prévias do PSDB - rito partidário pelo qual a legenda elege seu candidato para disputar o pleito - estão marcadas para o dia 28 do próximo mês

Aliados do governador Geraldo Alckmin passaram a tratar o nome do senador José Serra como uma possibilidade do PSDB na disputa pela Prefeitura de São Paulo. O partido já conta com três postulantes à vaga de candidato da legenda: o vereador Andrea Matarazzo, o deputado federal Ricardo Tripoli e o empresário João Doria Jr.

Serra afirmou que não tem intenção de concorrer. As prévias do PSDB - rito partidário pelo qual a legenda elege seu candidato para disputar o pleito - estão marcadas para o dia 28 do próximo mês.
A avaliação de alguns tucanos é de que nenhum dos três nomes já colocados na disputa interna empolgam e, por isso, consideram que José Serra esteja "em um patamar um pouco mais alto" do que os demais.
Pessoas próximas ao governador afirmam que Serra teria sido questionado pelo prefeito de Campinas, Jonas Donizette (PSB), em encontro realizado nesta semana, se ele tinha intenções de disputar a Prefeitura de São Paulo. Segundo os relatos, o senador tucano não teria descartado a possibilidade.
Ao Estado, Serra negou a possibilidade. Ele descartou categoricamente que vá deixar o Senado e disse que também não se encontrava com Jonas Donizette há muito tempo. "Não conversei com Jonas nesta semana, nem nas anteriores. Não o vejo há meses. Não tenho nenhuma remota intenção de disputar a Prefeitura. Mesmo", afirmou Serra. "Aliás, para quem me pergunta ou insinua, tenho descartado sempre", afirmou.
Em setembro do ano passado, Serra chegou a defender em público a pré-candidatura de Andrea Matarazzo à Prefeitura em um jantar na casa do ex-ministro da Justiça José Gregori. Além de Serra, o vereador também conta com o apoio do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e do senador Aloysio Nunes Ferreira.
‘Boicote’
Os aliados de Alckmin iniciaram um movimento pró-Serra um dia depois de os principais secretários do governador terem "boicotado" um jantar promovido por João Doria Jr. na casa de um empresário, em São Paulo. O evento foi marcado para que Doria apresentasse sua proposta ao primeiro escalão do governador.
Doria tem dito publicamente ser o candidato de Alckmin nas prévias. O empresário tem usado o peso do nome do governador desde que Alckmin afirmou que ficaria "muito feliz" caso o candidato fosse o empresário, durante um jantar realizado em dezembro do ano passado.
A auxiliares, no entanto, Alckmin negou ter apoiado a candidatura de Doria e disse que a declaração foi uma gentileza com o pré-candidato. De acordo com tucanos, no último mês, Serra esteve pelo menos duas vezes no Palácio dos Bandeirantes para discutir o cenário político com Alckmin. A última reunião entre os dois ocorreu segunda-feira, 18. Com informações do Estadao Conteudo.
Fonte: Notícias ao Minuto

Farinha do mesmo saco? Pra Marta não, que diz: 'Uma hora a ficha cai', sobre sua saída do PT

Marta disse que a história para justificar sua saída do PT é "um pouco longa" e explicou que o principal ponto foi sua decepção após fracassar a estratégia que ajudou a coordenar em 2014, do 'Volta, Lula'

A senadora Marta Suplicy (PMDB-SP) disse, na manhã desta sexta-feira, que deixou o PT quando se deu conta dos erros do partido que ajudou a fundar, há mais de 30 anos. "Uma hora a ficha cai", afirmou em entrevista à rádio Jovem Pan.
Marta disse que a história para justificar sua saída do PT é "um pouco longa" e explicou que o principal ponto foi sua decepção após fracassar a estratégia que ajudou a coordenar em 2014, do 'Volta, Lula'. "Tentei o Volta, Lula porque tinha certeza que ela (Dilma) seria um desastre e imaginava, naquele momento, que Lula poderia ser um presidente que daria um encaminhamento à economia diferente, que agregaria no Congresso."
A senadora disse que se decepcionou e se sentiu "traída". Ela, no entanto, defendeu que não quis deixar o partido ainda em 2014 porque considerou que não cabia sair do PT às vésperas de uma eleição e que, por isso, esperou por 2015. A ex-prefeita de São Paulo deixou o governo Dilma, no qual era ministra da Cultura, em novembro e começou a disparar críticas públicas ao PT em janeiro de 2015. Deixou a legenda em abril.
Questionada sobre as suspeitas de envolvimento de Lula em escândalos de corrupção, Marta evitou uma resposta direta sobre seu antigo mentor político. "Não tinha essa dimensão", disse ao ser confrontada por Marco Antonio Villa, âncora da rádio que disse "rezar todo dia" para que Lula seja formalmente investigado.
Marta também foi perguntada sobre um tema que deve ser explorado por seus adversários na corrida à Prefeitura de São Paulo: a escolha do PMDB. "Não tem nenhum partido que não tenha pessoas sendo investigadas", respondeu. Ela disse não se sentir constrangida com a presença de investigados e citados na Lava Jato, como Eduardo Cunha, Renan Calheiros e Michel Temer.
A senadora disse ter escolhido o PMDB por sua "capilaridade". "No PMDB tem gente de vanguarda e gente conservadora, senti que lá eu caibo. Estou satisfeita, fui muito bem recebida e toco minha vida", afirmou.
Marta se mostrou confiante em ser a candidata do PMDB na capital paulista. Ela afirmou que seu adversário interno, o secretário municipal de Educação e aliado de Haddad, Gabriel Chalita, "escolheu seu caminho". "O Chalita, na hora em que resolveu ficar com o Haddad, escolheu seu caminho. Pelo que fiquei sabendo, ele vai se licenciar (do PMDB)".
'Martinha paz e amor'
Perguntada sobre sua rejeição entre paulistanos e a imagem de arrogância que deixou ao perder a reeleição à Prefeitura em 2004, quando chegou a ganhar o apelido de 'Martaxa', a senadora admitiu que não se comunicava bem e que "não tinha paciência com a imprensa".
Marta brincou com o slogan associado a Lula em 2002 e disse que ela também virou "Martinha paz e amor". "Aprendi muito, melhorei", se defendeu.
Haddad
Marta se disse preparada para voltar à Prefeitura e disse que, ao contrário de seu adversário Fernando Haddad, ela terá uma postura inclusiva. "O símbolo do Haddad é a exclusão, o meu a inclusão." A senadora chegou a dizer que Haddad é autoritário como a presidente Dilma Rousseff. "A postura dele lembra muito o autoritarismo da Dilma."
Marta criticou medidas adotadas pelo governo Haddad e acusou por mais de uma vez o adversário de falta de planejamento. A senadora defendeu que toda metrópole tem ciclovias, mas que as rotas deveriam ser discutidas com moradores. Ela não respondeu diretamente se planejaria reverter alguma ciclovia que considere mal planejada. "O que for 'ciclotinta', a própria chuva leva", ironizou.
Sobre a redução das velocidades máximas em vias, Marta chegou a dizer que não confia nos dados da CET de que a medida levou a uma redução nos números de acidentes no trânsito. Ela afirmou que pretende reverter a decisão em alguns casos, como nas marginais. "É comunicado do dia para a noite que vai ser daquele jeito. Sou contra o jeito que foi feito e acho que São Paulo é uma cidade elétrica, não comporta 50km/h numa marginal."  Com informações do Estadao Conteudo.
Fonte: Notícias ao Minuto