sábado, 14 de maio de 2016

Polícia escolta Aécio Neves após ameaça de "atentado"

Polícia escolta Aécio Neves após ameaça de


Polícia escolta Aécio Neves após ameaça de “atentado”


Um homem acionou o serviço de atendimento ao cidadão do Senado para relatar o que chamou de um possível atentado ao senador Aécio Neves (MG), presidente nacional do PSDB. A notificação levou a instituição a acionar a Polícia Militar que, após uma checagem das informações, decidiu ampliar a segurança do tucano, que agora tem uma escolta da Polícia Civil.


O autor do relato procurou o serviço conhecido como “Alô, Senado” na manhã desta quarta-feira (11). “Estou falando de Betim, Minas Gerais. Estou precisando passar uma informação porque estou tentando falar no Departamento de Polícia Civil de Brasília e não estou conseguindo desde ontem. Vou te passar uma anotação e se você puder fazer a gentileza de passar essa anotação para a Polícia Civil aí perto vou te agradecer muito”, pede ele no início da ligação.


A partir daí, ele diz que quer passar informações sobre um possível “atentado no Planalto”. “Não conheço Brasília. Não conheço nada daí. Só sei que tem um Fiat Palio, vou te passar a placa dele e você passa para a Polícia Civil para eles averiguarem”, prossegue o homem.


O denunciante passa então os dados da placa do carro, e afirma que o veículo foi roubado no interior de Minas. “Não tenho muita certeza não, mas parece que o alvo deles é o Aécio Neves”, conclui.


A atendente então questiona se “o foco é o Palácio do Planalto ou Congresso Nacional?. “É o Senado”, responde o homem, que não teve o nome divulgado por questões de segurança. “E político ao qual eles estão querendo parece que é o Aécio Neves, mas esta informação eu não te passo com muita segurança não.”O “Alô Senado” repassou as informações à Polícia Legislativa, que acionou a Polícia Militar. Esta, por sua vez, checou os dados repassados pelo denunciante e constatou que o carro citado por ele era, de fato, roubado.


A partir daí, as autoridades acionaram o gabinete de Aécio e recomendaram que o senador ampliasse sua equipe de segurança. Desde então, policiais civil foram destacados para acompanhá-lo, discretamente. Com informações da Folhapress.


Fonte: Notícias ao Minuto



Polícia escolta Aécio Neves após ameaça de "atentado"

Toffoli diz que Temer está "legitimado" para a Presidência

Toffoli diz que Temer está


Temer assumiu a Presidência nesta quinta-feira (12), após o Senado aprovar a admissibilidade do processo de impeachment e afastar por até 180 dias Dilma Rousseff


Na abertura de posse da nova presidência do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), o ministro Dias Toffoli fez questão de destacar que o presidente interino Michel Temer está “legitimado” para comandar o país.


Temer assumiu a Presidência nesta quinta-feira (12), após o Senado aprovar a admissibilidade do processo de impeachment e afastar por até 180 dias Dilma Rousseff.


Toffoli, que deixou a presidência do TSE, destacou que Temer compôs a chapa vitoriosa nas eleições de 2014. “Vossa excelência esteve aqui e foi diplomado [como vice-presidente] por esta Justiça Eleitoral, estando devidamente legitimado como chefe de Estado da nação brasileira”, disse o ministro.


Toffoli destacou que há 110 anos o Brasil não vê um paulista na Presidência. “Registro a presença das seguintes autoridades: o presidente da República, Michel Temer. Aqui nesta data de hoje, gostaria de fazer dois registros históricos.


Desde 1902, vossa excelência natural de Tietê, um paulista não assumia a Presidência da República. Segundo registro, desde 1960, um aluno do Largo de São Francisco, da velha e sempre nova academia, não assumia a Presidência da República”, disse.


Esse é o segundo evento público de Temer como presidente interino, mais cedo ele deu posse a seus ministros.Com a saída de Toffoli, Gilmar Mendes toma posse como presidente do TSE e o ministro Luiz Fux será seu vice. Os dois integram o STF (Supremo Tribunal Federal).


Em discurso, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, defendeu que o Congresso faça uma mudança no sistema político do país.


“Neste sensível momento de crise político-institucional pelo qual o país atravessa, momento este que exige dos poderes constituídos, bem como de todas as instituições públicas, atuação equilibrada, desapaixonada e moderada, espera-se que o congresso, no legítimo exercício de suas funções, possa promover as reformas necessárias ao aperfeiçoamento dos sistemas de representação e dos instrumentos de contenção das deletérias formas de intervenção abusiva do poder nas eleições. Afinal, o aprimoramento dos mecanismos garantidores da democracia é tarefa diuturna. Tenho certeza que o TSE não se furtará em apresentar sua parcela de contribuição nesta empreitada”, disse.


Fonte: Notícias ao Minuto



Toffoli diz que Temer está "legitimado" para a Presidência

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Cunha dá o troco e usa frase de Dilma: ‘Antes tarde do que nunca’

Cunha dá o troco e usa frase de Dilma: ‘Antes tarde do que nunca’


Dilma tinha comentado a decisão do ministro Teori Zavascki de afastar Eduardo Cunha por tempo indeterminado do poder no Congresso


Eduardo Cunha, que está afastado da presidência da Câmara e do seu mandato como deputado federal pelo PMDB/RJ, publicou em seu Twitter, a frase “Antes tarde do que nunca”, após o afastamento da presidente Dilma do cargo pela abertura do processo do impeachment pelo Senado.


No último dia 5, Dilma tinha comentado a decisão do ministro Teori Zavascki de afastar Eduardo Cunha por tempo indeterminado do poder no Congresso, sob a justificativa de que ele estaria atrapalhando as investigações da Operação Lava Jato, na qual o deputado é réu e é investigado por uma série de acusações ligadas a esquemas de corrupção.


“Soube que o Supremo Tribunal Federal tinha afastado o senhor Eduardo Cunha alegando que ele estava usando seu cargo para fazer pressões, chantagens. A única coisa que eu lamento, mas eu falo antes tarde do que nunca, é que infelizmente ele conseguiu presidindo na cara de pau o lamentável processo (de impeachment) na Câmara”, disse Dilma, na época, revelou o jornal ‘Extra’.


Fonte: Notícias ao Minuto



Cunha dá o troco e usa frase de Dilma: ‘Antes tarde do que nunca’

quarta-feira, 11 de maio de 2016

NADA VAI MUDAR! Suplente de Delcídio é milionário e amigo de Lula

NADA VAI MUDAR! Suplente de Delcídio é milionário e amigo de Lula


Chaves é uma figura influente da alta sociedade, dono, além das já citadas instituições de ensino, de fazendas e lojas


Com a cassação do senador Delcídio do Amaral, por 74 votos a 0, o seu suplente já pode assumir naquela que é a sessão mais importante do Senado nos últimos 25 anos. Pedro Chaves dos Santos Filho, de 75 anos, é um empresário muito bem-sucedido do Mato Grosso, criador da Universidade para o Desenvolvimento do Pantanal (Uniderp), uma das maiores instituições privadas de ensino do Brasil. Chaves vendeu a Uniderp e outras quatro universidades por R$ 246 milhões para o grupo Anhanguera.


Em Campo Grande (MS), Chaves é uma figura influente da alta sociedade, dono, além das já citadas instituições de ensino, de fazendas e lojas. De acordo com o jornal Extra, ele tem amizade com o ex-presidente Lula e uma ligação familiar com o pecuarista José Carlos Bumlai, preso na Operação Lava-Jato: sua filha, Neca, é casada com o filho de Bumlai, Fernando.


Quando foi convidado para ser suplente do Senado em 2010, pelo Partido Social Cristão – o mesmo dos deputados Marco Feliciano e Jair Bolsonaro – ele não escondia a amizade com Delcídio. Em 2014, ele foi um dos coordenadores da campanha do senador ao governo do Estado de Mato Grosso do Sul – campanha perdida


Fonte: Notícias ao Minuto



NADA VAI MUDAR! Suplente de Delcídio é milionário e amigo de Lula

Já vimos esta história de sortudo (corrupção) antes! Paranaense que ganhou 12 vezes na loteria é réu e pode assumir a Câmara

Já vimos esta história de sortudo (corrupção) antes! Paranaense que ganhou 12 vezes na loteria é réu e pode assumir a Câmara


Giacobo já foi réu no Supremo Tribunal Federal (STF) em três ações, todas prescritas, e ganhou na loteria 12 vezes em um período de 14 dias, em 1997


A presidência da Câmara dos Deputados poderá ser assumida pelo paranaense Fernando Giacobo (PR-PR), caso Waldir Maranhão (PP-MA) seja afastado.


A Gazeta do Povo destaca que Giacobo (PR-PR) é deputado e atua no Sudoeste e Oeste do Paraná. Ele é o 2º-vice-presidente da Câmara e poderá assumir a Casa interinamente, como segundo colocado na linha de sucessão da República caso Dilma Rousseff seja afastada nesta quarta-feira (11).


Giacobo já foi réu no Supremo Tribunal Federal (STF) em três ações, todas prescritas, e ganhou na loteria 12 vezes em um período de 14 dias, em 1997.


Se o deputado assumir a presidência da Câmara, ainda não se sabe quanto tempo ele ficará como presidente.


A publicação refere que +artidos de oposição defendem que uma nova eleição seja realizada. No entanto, se isso não se concretizar, Giacobo poderá ficar na presidência até fevereiro do ano que vem, quando o mandato da atual Mesa Executiva da Câmara se encerra.


Fonte: Notícias ao Minuto



Já vimos esta história de sortudo (corrupção) antes! Paranaense que ganhou 12 vezes na loteria é réu e pode assumir a Câmara

Lula vai participar de despedida de Dilma em frente ao Planalto

Lula vai participar de despedida de Dilma em frente ao Planalto


Segundo a reportagem apurou, a presidente sairá do Planalto pela porta principal, no térreo, acompanhada de ministros e assessores


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai esperar sua sucessora, Dilma Rousseff, em frente ao Palácio do Planalto nesta quinta-feira (12), quando a presidente deve deixar seu gabinete e para cumprir seu afastamento do cargo por até 180 dias.


Foi conselho de Lula que a presidente não descesse a rampa do Planalto, como era a ideia inicial. Segundo ele, esse seria um ato de “fim de governo” e Dilma precisa mostrar que “resistirá até o fim” do processo.


Segundo a reportagem apurou, Dilma sairá do Planalto pela porta principal, no térreo, acompanhada de ministros e assessores. Em seguida, encontrará Lula, parlamentares da base aliada e militantes do PT e de movimentos sociais que vão estar em frente ao prédio e devem caminhar por 5 km até o Palácio da Alvorada.


Dilma não vai participar da marcha. Deve caminhar apenas até a lateral do Planalto, onde um comboio de carros vai aguardá-la e levá-la à residência oficial da Presidência.


Ainda não está definido, porém, se Lula deve participar da caminhada ou seguir ao Alvorada também de carro, com Dilma. Com informações da Folhapress.


Fonte: Notícias ao Minuto



Lula vai participar de despedida de Dilma em frente ao Planalto

terça-feira, 10 de maio de 2016

Gleisi e Paulo Bernardo terão que devolver R$ 2 mi aos cofres públicos

Gleisi e Paulo Bernardo terão que devolver R$ 2 mi aos cofres públicos


Em nota divulgada no sábado, a defesa da senadora afirmou que recebeu o oferecimento da denúncia com “inconformismo”


Na denúncia oferecida ao STF (Supremo Tribunal Federal), o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pede que a senadora Gleisi Hoffmann, o ex-ministro Paulo Bernardo, e um empresário ligado ao casal sejam condenados a devolver R$ 2 milhões aos cofres públicos.


O procurador afirma que R$ 1 milhão é referente a propina recebida do esquema de corrupção da Petrobras e outro R$ 1 milhão por danos materiais “já que os prejuízos decorrentes da corrupção são difusos, provocando lesões à ordem econômica, à administração pública entre outros”.A PGR denunciou ao STF Gleisi, Paulo Bernardo, seu marido, e o empresário Ernesto Kugler Rodrigues pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro na Lava Jato.


A acusação é que a campanha de Gleisi ao Senado, em 2010, teria recebido R$ 1 milhão do esquema de corrupção da Petrobras.Segundo a Procuradoria, o valor da propina foi desviado da Diretoria de Abastecimento da Petrobras, comandada por Paulo Roberto Costa. A vantagem indevida teria sido paga pelo papel de relevância dos dois no PT.


“Paulo Roberto Costa então anuiu com o pagamento da vantagem indevida solicitada por Paulo Bernardo em favor de Gleisi Hoffmann dada a importância do PT e de ambos para a sua manutenção no cargo de Diretor de Abastecimento da Petrobras levando em conta o respectivo exercício de funções de relevo no Governo Federal, inclusive em perspectiva para o mandato presidencial que se iniciaria no ano seguinte.”


A PGR sustenta ainda que, apesar da negativa de Paulo e Gleisi, o ex-ministro “era um verdadeiro operador de sua esposa” na parte financeira da campanha. Entre os indícios estão 163 ligações dele para o telefone do assessor responsável pela administração financeira da campanha e para o PT no Paraná. A denúncia diz ainda que ele valeu-se da importância do cargo ocupado no ministério.


A denúncia será analisada pelo ministro Teori Zavascki, relator da Lava-Jato no STF, que levará o caso para a segunda turma do tribunal, composta por cinco integrantes. Se os ministros aceitarem a denúncia, os dois serão transformados em réus. Não há data prevista para essa análise acontecer.


Gleisi é uma das principais lideranças do PT no Senado e foi chefe da Casa Civil no governo da presidente Dilma Rousseff entre junho de 2011, quando Antonio Palocci deixou o cargo, e fevereiro de 2014 -ela deixou o cargo para concorrer ao governo do Paraná e ficou em 3º lugar na disputa.Advogado da senadora e do ministro, Rodrigo Mudrovitsch afirmou à reportagem que a denúncia traz uma narrativa completamente inverossímil e não se funda em elementos sólidos de prova.


“Declarações desencontradas de delatores não devem permitir a instauração de uma ação penal. Acredito que isso será reconhecido pelo STF”, disse.A denúncia também envolve o empresário Ernesto Kugler Rodrigues. A participação da senadora e do ex-ministro no esquema foi apontada pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e também pelo doleiro Alberto Youssef, em suas colaborações premiadas.


A acusação da Procuradoria surge após a delação premiada do advogado Antonio Carlos Brasil Fioravante Pieruccin, que confirmou repasses de dinheiro para a campanha da petista.


Segundo Pieruccini, em 2010, ele foi orientado por Youssef a fazer quatro viagens de São Paulo a Curitiba (PR) para entregar dinheiro à campanha de Gleisi, ex-ministra da Casa Civil (2011-2014). Ele contou ter ouvido de Youssef que os valores “tinham sido acertados com Paulo Bernardo”, marido de Gleisi e ex-ministro do Planejamento (2005-2011) e das Comunicações (2011-2015), e se destinavam à campanha eleitoral da candidata ao Senado.Pieruccini disse que as entregas ocorreram em uma sala no PolloShop, localizado na rua Camões, em Curitiba, pertencente ao empresário Ernesto Kugler Rodrigues. Pieruccini levou uma caixa lacrada com a inscrição “P.B./Gleisi”.


Na sua frente, segundo o advogado, Kugler contou as notas, em um total de R$ 250 mil, mas fez duas reclamações: o primeiro valor “não dava nem para o cheiro” e a etiqueta da caixa não deveria mais aparecer nas próximas entregas -houve mais três, de mesmo valor, de acordo com ele.


OUTRO LADO


Em nota divulgada no sábado, a defesa da senadora afirmou que recebeu o oferecimento da denúncia com “inconformismo”.


“Todas as provas que constam no inquérito comprovam que não houve solicitação, entrega ou recebimento de nenhum valor por parte da Senadora. A denúncia sequer aponta qualquer ato concreto cometido. Baseia-se apenas em especulações que não são compatíveis com o que se espera de uma acusação penal”, diz o texto assinado pelos advogados Rodrigo Mudrovitsch e Veronica Abdala Sterman.


“São inúmeras as contradições nos depoimentos dos delatores que embasam a denúncia, as quais tiram toda a credibilidade das supostas delações. Um deles apresentou, nada mais, nada menos, do que seis versões diferentes para esses fatos, o que comprova ainda mais que eles não existiram”.


Segundo os advogados, a delação de Pieruccini demonstra a fragilidade das acusações.”Ao apagar das luzes, depois de um ano e meio da abertura do inquérito, uma terceira pessoa aparece oudisposta a dizer que teria realizado a suposta entrega de valores, numa nova versão que foge de qualquer raciocínio lógico. Vale lembrar que esta pessoa é amigo/sócio/ funcionário de Alberto Youssef, o que comprova ainda mais a fragilidade das provas e se vale do mesmo advogado de Alberto Youssef para fazer sua delação.”


Sobre o ex-ministro, os advogados afirmam que “as referências ao ex-ministro Paulo Bernardo na denúncia baseiam-se em declarações contraditórias e inverossímeis. Não houve qualquer envolvimento dele com os fatos narrados na denúncia. Demonstraremos isso com veemência e acreditamos que a denúncia não pode ser recebida”. Com informações da Folhapress.


Fonte: Notícias ao Minuto



Gleisi e Paulo Bernardo terão que devolver R$ 2 mi aos cofres públicos

Oposição articula derrubada de Maranhão

Oposição articula derrubada de Maranhão


Com a resistência de Cunha a renunciar ao cargo, a opção mais rápida operada principalmente pela oposição é declarar a vacância do posto de presidente da Câmara


A tentativa do presidente interino da Câmara, deputado Waldir Maranhão (PP-MA), de anular a sessão que aprovou a abertura do impeachment da presidente Dilma Rousseff – ato do qual o parlamentar recuou no fim da noite desta segunda-feira – levou a oposição e aliados do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) a intensificar as articulações para tirar o maranhense do comando da Casa.


“A decisão mostra que colocamos um maluco na presidência da Câmara”, disse o deputado Paulo Pereira da Silva (SP), o Paulinho da Força, presidente do Solidariedade e aliado de primeira hora de Cunha, antes da revogação ter ocorrido. “É uma decisão de uma pessoa desequilibrada, de um títere, de uma pessoa que está subserviente ao terminal governo do PT”, afirmou o líder do DEM na Câmara, Pauderney Avelino (AM).


Com a resistência de Cunha a renunciar ao cargo, a opção mais rápida operada principalmente pela oposição é declarar a vacância do posto de presidente da Câmara. Com apoio de técnicos legislativos, opositores planejam apresentar um recurso ao plenário, pedindo a confirmação de que o cargo está vago.


A ideia é que o recurso seja apresentado no plenário da Casa, que o remeteria à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Caberia então ao colegiado analisar o pedido e decidir pela vacância, o que provocaria a realização de novas eleições para presidente em até cinco sessões plenárias.


Em outra linha, aliados de Cunha decidiram usar o ato de Maranhão como argumento para aumentar a pressão sobre o peemedebista para que ele renuncie à presidência da Câmara. A renúncia também provocaria novas eleições em até cinco sessões. O peemedebista, porém, tem reiterado em entrevistas que não pretende renunciar.


A estratégia da oposição e de lideranças próximas de Cunha também prevê pressão para tutelar atos de Maranhão e até mesmo pressioná-lo a deixar o cargo.


Expulsão


Outra possibilidade para tentar tirar Maranhão do comando da Câmara é a sua expulsão do PP. Na segunda-feira, os deputados Júlio Lopes (RJ) e Jerônimo Goergen (RS) protocolaram representações pedindo a expulsão dele e dos outros seis deputados que votaram contra o impeachment, desrespeitando fechamento de questão da sigla a favor do impedimento. Com informações do Estadão Conteúdo.


Fonte: Notícias ao Minuto



Oposição articula derrubada de Maranhão

DEPUTADO TABAJARA volta atrás - Maranhão recua e revoga decisão de anular sessão do impeachment

DEPUTADO TABAJARA volta atrás - Maranhão recua e revoga decisão de anular sessão do impeachment


Presidente interino da Câmara decidiu de manhã e voltou atrás à noite. Senado decidirá na quarta (11) se afasta presidente Dilma por até 180 dias.


O presidente em exercício da Câmara, deputado Waldir Maranhão (PP-MA), decidiu na madrugada desta terça-feira (10) revogar a decisão que proferiu pela manhã para tentar anular a sessão da Câmara que aprovou a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.


A Secretaria Geral da Mesa da Câmara recebeu a decisão da revogação por volta de 00h20. Maranhão assinou dois ofícios (veja ao final desta reportagem) – um com a revogação da decisão e outro destinado ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), informando sobre a nova deliberação, que deverá ser publicada nesta terça (11). O processo de impeachment tramita desde a semana passada no Senado e será votado no plenário nesta terça-feira (10).


“Revogo a decisão por mim proferida em 9 de maio de 2016 por meio da qual foram anuladas as sessões do plenário da Câmara dos Deputados ocorridas dias 15, 16 e 17 de abril de 2016, nas quais se deliberou sobre a Denúncia por Crime de Responsabilidade n.1/2015”, diz o texto do ofício assinado por Waldir Maranhão.


A decisão de Maranhão de tentar anular a sessão da Câmara que aprovou a abertura do processo de impeachment surpreendeu o meio político pela manhã e provocou grande movimentação durante todo o dia. O partido PHS chegou a protocolar no Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido para que a Corte derrubasse a medida tomada por Maranhão.


Em razão da decisão de Maranhão, colocou-se em dúvida se o resumo do relatório aprovado pela comissão especial de impeachment seria lido na sessão desta segunda do Senado – exigência para que a matéria seja votada pelo plenário.


Repercussão da medida

Depois de reunião com as principais lideranças partidárias do Senado, Renan Calheiros anunciou que, mesmo com a decisão de Maranhão – considerada “intempestiva” –, a leitura do resumo do relatório e a sessão do plenário desta quarta-feira estavam mantidas. Se a abertura do processo for aprovada pelos senadores, Dilma será afastada da Presidência da República por até 180 dias.


Ao justificar a decisão de tentar anular a sessão da Câmara – e antes de voltar atrás –, Maranhão disse que o objetivo era “salvar a democracia”.


Dentre as reações à medida de Maranhão, partidos de oposição ameaçavam denunciá-lo ao Conselho de Ética, integrantes da mesa diretora já tinham programado uma reunião para pressionar o presidente interino a revogar a decisão e deputados do PP iniciaram ummovimento para expulsá-lo do partido.


Antes de anunciar a decisão pela manhã, o presidente interino se reuniu duas vezes com o ministro José Eduardo Cardozo, da Advocacia-Geral da União (AGU) – autora do pedido para anular a sessão –, e consultou o governador do Maranhão, Flavio Dino (PCdoB), contrário ao impeachment da presidente Dilma Rousseff.


Fonte: G1



DEPUTADO TABAJARA volta atrás - Maranhão recua e revoga decisão de anular sessão do impeachment

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Líder do MBL responde a mais de 60 processos e deve R$ 4,9 mi, diz jornal

Líder do MBL responde a mais de 60 processos e deve R$ 4,9 mi, diz jornal


O coordenador do movimento e seu irmãos respondem por, pelo menos, 16 processos na área civil, que juntas, somam mais de R$ 3,4 milhões


O Movimento Brasil Livre (MBL), entidade civil criada em 2014 para combater a corrupção e lutar pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) parece estar enfrentando problemas com a justiça. Renan Antônio Ferreira dos Santos, um dos três coordenadores nacionais do grupo, é réu em pelo menos 16 ações cíveis e mais 45 processos trabalhistas. De acordo com o UOL, Renan nega as irregularidades.


Desde fechamento fraudulento de empresas, dívidas fiscais, fraude contra credores, calote em pagamento de dívidas trabalhistas e ações de danos morais, as acusações chegam a um total de R$ 4,9 milhões. O movimento ainda está sofrendo uma ação de despejo de sua sede nacional, na região do centro de São Paulo. O MBL se recusou a deixar o imóvel mais de um ano após o pedido de devolução por parte de seu proprietário.


O imóvel e o aluguel estão em nome irmã de Renan Santos, Stephanie Santos. No local também funciona a produtora de vídeos NCE Filmes, liderada por Stephanie e seu outro irmão, Alexandre Santos, que é responsável pela produção de todo material gráfico e de vídeo do MBL.


Renan, de 32 anos, é o coordenador mais velho do movimento, que é formado, em sua maioria, por jovens de formação liberal. Ele e seu irmãos respondem por, pelo menos, 16 processos na área civil, que juntas, somam mais de R$ 3,4 milhões.


Na maioria dos casos, o tempo para a empresa se defender já passou, e a cobrança que está sendo realizada na Justiça não tem resultado porque os tribunais não encontram valores nem nas contas das empresas, nem nas de seus proprietários.  O coordenador do MBL admite que está devendo, mas alega que se tratar de pendências advindas de sua atuação como empresário. A Martin Artefatos de Metal, empresa de que Renan é sócio, possui 45 processos trabalhistas nos tribunais de São Paulo e Campinas, acumulando condenações que ultrapassam R$ 1,5 milhão.


Nem Renan nem nenhum outro sócio se manifestaram no processo. Após a condenação, com o início do processo de execução, a Justiça decretou o bloqueio das contas bancárias da empresa, porém não havia dinheiro nelas. Foi decretada, então, a penhora de bens da empresa, que irão a leilão para levantar os valores devidos.


Fonte: Notícias ao Minuto



Líder do MBL responde a mais de 60 processos e deve R$ 4,9 mi, diz jornal