domingo, 4 de setembro de 2016

Barbosa pode ser vice de Marina em 2018, diz revista

Barbosa pode ser vice de Marina em 2018, diz revista


Marina se candidatou à presidência em 2010 e 2014


Joaquim Barbosa, o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), que chegou a ser cogitado por parte da população como um possível candidato à presidência em 2014, teria sido abordado para ser vice de Marina Silva em 2018, segundo a Veja.


Marina se candidatou em 2010 e 2014. Na última eleição ela chegou a aparecer em segundo lugar nas pesquisas após a morte de Eduardo Campos (PSB), de quem seria vice, mas na reta final foi ultrapassada por Aécio Neves (PSDB), candidato que foi derrotado por Dilma no segundo turno.


IMPEACHMENT


Na última quarta, Barbosa definiu como “espetáculo patético” a aprovação do afastamento definitivo de Dilma Rousseff no Senado. Por meio do Twitter, o magistrado negou ter acompanhado o que classificou como”impeachment tabajara”.


Fonte: Notícias ao Minuto



Barbosa pode ser vice de Marina em 2018, diz revista

sábado, 3 de setembro de 2016

Após impeachment, Dilma decide se mudar para o Rio de Janeiro

Após impeachment, Dilma decide se mudar para o Rio de Janeiro


A petista, segundo aliados, pretende ter uma atuação política mais agressiva após o afastamento


A ex-presidente Dilma Rousseff vai morar na cidade do Rio de Janeiro, onde sua mãe, Dilma Jane, tem um apartamento.


A petista, segundo aliados, pretende ter uma atuação política mais agressiva após o impeachment e, para isso, precisa concentrar suas atividades numa região mais central do país.


A forte presença de correspondentes estrangeiros na cidade também pesou na escolha da petista. A avaliação é que o discurso de que Dilma foi vítima de um golpe tem receptividade no exterior, e ela vai insistir no argumento. A ex-presidente vai dividir seu tempo entre viagens internacionais e nacionais, além de estadas em Porto Alegre, onde moram sua filha e os netos.


No Rio, Dilma estará ao lado da mãe, que está doente e morando com a ex-presidente no Palácio do Alvorada, em Brasília.


ESTRATÉGIA


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participará, nesta sexta-feira (2), de reunião da cúpula do PT que definirá estratégia pós-impeachment.


Lula manterá o tom de enfrentamento no discurso público, embora seus colaboradores recomendem cautela neste momento. Já Dilma, cujo desempenho na reta final do processo foi elogiado pelo ex-presidente, ganhou fôlego e buscará maior visibilidade a partir de agora. Com informações da Folhapress.


Fonte: Notícias ao Minuto



Após impeachment, Dilma decide se mudar para o Rio de Janeiro

Sem estrelismos Rodrigo Maia Presidente (interino) do Brasil, evita desperdícios com seguranças

Sem estrelismos Rodrigo Maia Presidente (interino) do Brasil, evita desperdícios com seguranças


Maia descansa no Rio e lamenta não poder fazer campanha para o pai


A segurança de Rodrigo Maia como presidente da Câmara foi reforçada por causa da interinidade na Presidência da República, mas ele evita excessos


Presidente em exercício da República durante a viagem de Michel Temer à China, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), passa o fim de semana no Rio e, no início da tarde deste sábado, lamentou não poder fazer campanha ao lado do pai, o ex-prefeito Cesar Maia (DEM), vereador que tenta a reeleição. O deputado consultou advogados de sua confiança para saber como deveria proceder na campanha. Foi aconselhado a não ir para a rua pedir votos, porque não há regra clara para o ressarcimento dos recursos públicos gastos com o presidente em exercício, como segurança e transporte, para exercer uma atividade partidária.


“A campanha já é curta e não pude fazer campanha para meu pai. Como é uma interinidade de quatro ou cinco dias, não daria tempo para montar uma estrutura particular paralela (sem gastos públicos) de segurança, transporte. Como me inspiro no Marco Maciel, não é o caso de gerar conflito”, disse Maia à reportagem, citando o vice-presidente de Fernando Henrique Cardoso. Maciel era do PFL, hoje DEM, e conhecido com articulador discreto e pelo bom trânsito em diferentes setores.


Cesar Maia fez campanha na zona oeste, região onde pai e filho são bem votados, nesta manhã. Já o presidente em exercício fez exercícios no prédio onde mora e recebeu cumprimentos dos vizinhos. “Tem que cumprimentar diferente? “, brincou um deles.


A segurança de Rodrigo Maia como presidente da Câmara foi reforçada por causa da interinidade na Presidência da República. Neste sábado, havia um carro para Maia e outros três para a escolta do parlamentar e sua família.


Na noite da sexta-feira, o deputado foi a uma festa na residência oficial do prefeito Eduardo Paes (PMDB), na Gávea Pequena (zona sul). Maia disse que não se tratou de política e era apenas uma comemoração.


O parlamentar evitou temas controversos como a votação fatiada, no Senado, do impeachment da presidente Dilma Rousseff, que perdeu o mandato, mas manteve os diretos políticos. Maia marcou para o dia 12 de setembro a votação no plenário da Câmara do processo de cassação do mandato de seu antecessor no comando da Câmara, deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).


Cunha pode se beneficiar do precedente aberto no Senado não tanto por causa do fatiamento, mas porque houve uma modificação no rito, quando o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), que presidia a sessão do Senado, autorizou o destaque que permitiu a votação separada do impeachment e dos direitos políticos. A expectativa de aliados de Cunha é conseguir colocar em votação a possibilidade de uma punição mais branda que a cassação do mandato, como suspensão, que não implica no impedimento de participar de novas eleições.


Fonte: Notícias ao Minuto



Sem estrelismos Rodrigo Maia Presidente (interino) do Brasil, evita desperdícios com seguranças

Gilmar diz que não queria ofender 'bêbados' com críticas à Ficha Limpa

Gilmar diz que não queria ofender 'bêbados' com críticas à Ficha Limpa


Em 17 de agosto, o presidente do TSE disse que a legislação, de tão mal feita, parece ter sido feita por “bêbados”


Em mais um novo ataque à Lei da Ficha Limpa, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, disse na manhã desta quinta-feira, 1º de setembro, que não queria ofender os “bêbados” ao fazer críticas à legislação de iniciativa popular. No dia 17 de agosto, o presidente do TSE disse que a legislação, de tão mal feita, parece ter sido feita por “bêbados”, o que provocou reação de entidades como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).


O novo comentário de Gilmar Mendes foi feito durante sessão plenária do TSE em que se discutiu o caso do prefeito de Boa Viagem (CE), Fernando Assef (PSD), que teve os registros de candidatura indeferidos pelo Tribunal Regional Eleitoral do Ceará com base na Lei da Ficha Limpa, após a rejeição de suas contas.


Conforme a Lei da Ficha Limpa, serão considerados inelegíveis os políticos que tiverem suas contas relativas ao exercício de cargos ou funções públicas rejeitadas por “irregularidade insanável que configure ato doloso de improbidade administrativa, e por decisão irrecorrível do órgão competente, salvo se esta houver sido suspensa ou anulada pelo Poder Judiciário, para as eleições que se realizarem nos 8 (oito) anos seguintes”.


“Essas condições cumulativas que se estabelecem são extremamente difíceis de serem atendidas, até porque os acórdãos dos Tribunais de Contas raramente se ocupam disso no detalhe”, comentou Gilmar Mendes.


“Numa referência que fiz (as críticas do mês passado, quando disse que a legislação parecia ter sido feita por “bêbados”), mas não queria ofender os Alcoólatras Anônimos, nem os bêbados, eu falei que essa lei tinha sido feita por pessoas não muito lúcidas, por conta desses problemas todos”, completou o presidente do TSE.


Posicionamento


Em nota divulgada no mês passado, o presidente da OAB, Claudio Lamachia, disse que a OAB e outras entidades que apoiaram a legislação estavam “absolutamente conscientes” da importância da medida ao se engajarem pela sua aprovação. Com informações do Estadão Conteúdo.


Fonte: Notícias ao Minuto



Gilmar diz que não queria ofender 'bêbados' com críticas à Ficha Limpa

Temer: habilitação de Dilma para funções públicas é questão jurídica

Temer: habilitação de Dilma para funções públicas é questão jurídica


O presidente se reúne com empresários brasileiros em Xangai


Em sua primeira viagem após assumir efetivamente a Presidência do Brasil, Michel Temer está em Xangai, na China, onde participou do Seminário Empresarial de Alto Nível Brasil-China. Durante o encontro, Temer comentou a decisão do Senado, de manter a habilitação de Dilma para funções públicas. Segundo ele, a questão agora é jurídica.


“O Senado tomou a decisão. Certa ou errada, não importa, o Senado tomou a decisão. Me parece que ela está sendo questionada agora juridicamente. Então ela sai agora do plano exclusivamente político para o quadro de uma avaliação de natureza jurídica”, disse ele a jornalistas que o acompanham na viagem. Na China, o presidente participará também do encontro do G-20, bloco que reúne as 20 maiores economias do mundo, em Hangzhou, a quase 180 quilômetro.


O encontro em Xangai é promovido pelo Ministério das Relações Exteriores e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). Participam como palestrantes os ministros da Fazenda, Henrique Meirelles; das Relações Exteriores, José Serra; dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella; e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi.


De Xangai, Temer segue para Hangzhou para participar, nos dias 4 e 5, da 21ª reunião de Cúpula do G20 (grupo das 20 maiores economias do planeta). Na ocasião, Temer terá sua primeira reunião bilateral com um chefe de Estado: o presidente chinês, Xi Jinping. A previsão é de que ele participe também de reuniões com os presidentes dos países do BRICS  – bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.


De acordo com o Ministério da Fazenda, um dos principais pontos a ser defendido pelo Brasil é acelerar as discussões sobre o combate à evasão tributária. Um dos pontos de debate será a tributação de empresas multinacionais que burlam a legislação para não pagar impostos tanto nos países onde estão instaladas quanto nos países-sede.


Temer assumiu definitivamente a presidência da República no último dia 31, após a conclusão do julgamento do processo de impeachment de Dilma Rousseff, que afastou em definitivo a ex-presidente da função.


Durante a ausência de Temer, o país está sob os comandos do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (PMDB-RJ). Com informações da Agência Brasil.


Fonte: Notícias ao Minuto



Temer: habilitação de Dilma para funções públicas é questão jurídica

PSDB, DEM e PPS vão ao STF contra direitos políticos de Dilma

PSDB, DEM e PPS vão ao STF contra direitos políticos de Dilma


Instrumento jurídico foi lançado por Cássio Cunha Lima, líder do tucano no Senado


O líder do PSDB no Senado, Cássio Cunha Lima (PB), anunciou hoje (1º) que o partido voltou atrás e decidiu ingressar com um mandado de segurança coletivo no Supremo Tribunal Federal contra a divisão da votação do impeachment da presidenta afastada Dilma Rousseff ontem (31). O instrumento jurídico será assinado também pelo DEM e pelo PPS e deve ser apresentado amanhã (2).


Ontem, os senadores dividiram a votação do julgamento de Dilma em duas partes. Na primeira, condenaram a presidenta por crime de responsabilidade à perda do mandato. Na segunda, rejeitaram a sanção de perda da função pública por oito anos, permitindo que Dilma volte a atuar no setor público, inclusive como gestora, se for o caso.


Para os senadores tucanos, a segunda decisão do Senado não poderia ter sido aprovada, uma vez que a sanção de perda da função pública faz parte da condenação no impeachment. No entanto, ontem, segundo Cunha Lima, o PSDB e o DEM tinham entendido que a vitória maior tinha sido conquistada com o afastamento definitivo de Dilma e tinham decidido não questionar a segunda votação no STF.


Resposta ao PT


Hoje, no entanto, os senadores mudaram de posição depois que o PT acionou a Suprema Corte questionando todo o julgamento e pedindo sua nulidade. Para Cunha Lima, se tornou necessário que o questionamento apenas à segunda parte da votação seja apresentado para que o Judiciário possa apreciar essa questão separadamente e não corra o risco de anular tudo.


“Ontem, no calor, na emoção, a sensação primeira que foi predominante no partido foi de termos uma postura de serenidade, não transformar uma vitória em uma derrota e dar uma contribuição para uma estabilidade maior no país. Mas, diante dessa ação do PT, acreditamos que seja o caminho correto entrar com a ação para que essa parte da decisão, que está equivocada, possa ser revista”, explicou o líder.


Relação com PMDB


O líder tucano também não escondeu o desconforto do PSDB com o protagonismo do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), no movimento para livrar Dilma da sanção de perda da função pública. Para ele, “ficou claro” que um acordo foi feito “às escondidas”, sem que os senadores tucanos tivessem conhecimento.


“O que aconteceu ontem é algo que nós vamos superar, mas não é algo que nos agrade. É óbvio que com maturidade, experiência e sobretudo com a gravidade da crise que o Brasil vive, nós não vamos colocar mais lenha na fogueira. Após a volta do senador Renan Calheiros da China, nós teremos uma conversa com ele. Não se faz política com bola nas costas, não se faz política com atitudes como a que aconteceu no julgamento do impeachment”, disse.


Na opinião de Cunha Lima, Renan desequilibrou o julgamento quando fez um encaminhamento inesperado a favor da ex-presidente na segunda votação. Para ele, o PSDB se expôs ao longo de toda a votação e foi surpreendido negativamente pelo PMDB.


“Nós não podemos atribuir ao governo esta ação, mas sim ao próprio presidente Renan Calheiros que encaminhou a votação. Ele esteve esse tempo todo distante do processo, numa posição de prudência, mas depois dos encaminhamentos já terem ocorrido, ele fez um terceiro encaminhamento. Inclusive, desequilibrando. Porque foram dois a favor, dois contra e aí veio o presidente Renan, que usou suas prerrogativas de presidente e encaminhou o voto. Ele pediu explicitamente o voto não. Mas não vamos fazer disso um cavalo de batalha, o Brasil está acima disso”, disse.


Cunha Lima espera que, ao voltar da China, o próprio presidente Michel Temer trate do assunto com seus colegas de partido e outros partidos da base. Com informações da Agência Brasil.


Fonte: Notícias o Minuto



PSDB, DEM e PPS vão ao STF contra direitos políticos de Dilma

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Lula lidera reunião em São Paulo para discutir o futuro do PT

Lula lidera reunião em São Paulo para discutir o futuro do PT


Dirigentes da sigla querem criar barreira para que integrantes não sejam seduzidos pelo governo


Com medo de enfraquecer o discurso de oposição, a cúpula do PT quer criar uma barreira para impedir qualquer aproximação de parlamentares da legenda com o goerno Temer. De acordo com O Globo, essa preocupação é um dos principais assuntos a serem discutidos na reunião desta sexta-feira (2) da Executiva Nacional da silga, em São Paulo, que contará com a presença do ex-presidente Lula.


O encontro dará início as discussões sobre os rumos do partido na fase pós-impeachment de Dilma Rousseff.


Os petistas tem noção do quão difícil será assumir o papel de oposição depois de 13 anos em que os integrantes da legenda desfrutaram das benesses do poder. A preocupação é que os aliados do peemedebista seduzam os parlamentares do PT, por exemplo, com ofertas de cargos e liberações de emendas.


A meta é seguir a fala adotada pela ex-presidente Dilma Rousseff, no discurso após a aprovação do seu impedimento, quando ela defendeu uma “oposição incansável e enérgica ao governo golpista”.


“O PT, seus parlamentares e seus dirigentes não podem vacilar quanto à caracterização do governo usurpador de Michel Temer. Não podemos fazer oposição de mentirinha. Não há hipótese de conciliação com quem rasgou os 54 milhões e meio de votos do povo”, disse o secretário de comunicação do PT, Alberto Cantalice, da corrente CNB, no Twitter.


O partido assume a bandeira da defesa de novas eleições: “Acho que vamos assumir a defesa das eleições diretas e de uma política de resistência por meio de uma frente”, afirmou o deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP), vice-presidente da legenda.


Fonte: Notícias ao Minuto



Lula lidera reunião em São Paulo para discutir o futuro do PT

Prefeita que usou garis no casamento da filha tem bens bloqueados

Prefeita que usou garis no casamento da filha tem bens bloqueados


O casamento na cidade de Buritinópolis, interior de Goiás, contou com carro e motorista da prefeitura


A prefeita de Buritinópolis, em Goiás, Maria Aparecida da Cruz Costa (PSD), a Cida do Jorgino, e seu marido e ex-prefeito da cidade, Jorgino Joaquim da Costa, tiveram seus bens bloqueados pela juíza Simone Pedra Reis. De acordo com o Estadão, o casal é acusado de usar serviços e bens públicos no casamento da filha, Kálita Rodrigues Costa Aquino, com Heryson de Moura Aquino.


O Ministério Público do Estado de Goiás afirma que foram usados espaços físicos, veículos e até pessoal de limpeza. O dano causado foi estimado em R$ 100 mil. Buritinópolis, no interior de Goiás, é um pequeno município com 3,4 mil habitantes. Foram usados no casamento os serviços dos funcionários da limpeza pública responsáveis pela limpeza dos prédios públicos, palco do casamento e da festa.


Fonte: Notícias ao Minuto


 



Prefeita que usou garis no casamento da filha tem bens bloqueados

domingo, 28 de agosto de 2016

Dilma recebeu Collor por mais de duas horas no Alvorada na sexta

Dilma recebeu Collor por mais de duas horas no Alvorada na sexta


O senador não poupou críticas ao governo petista


A presidente afastada Dilma Rousseff recebeu na sexta-feira (26) à tarde, por mais de duas horas, uma visita do senador e ex-presidente Fernando Collor (PTC-AL), no Palácio da Alvorada. A conversa foi reservada e, segundo pessoas próxima a Dilma, o senador que a solicitou. Apesar disso, a abertura de Dilma faz parte de uma estratégia na reta final do impeachment para tentar reverter votos a seu favor.


Collor, que sofreu um processo de impeachment, não anunciou claramente o seu voto durante a sessão que decidiu pelo prosseguimento do processo de afastamento de Dilma Rousseff. Por outro lado, o senador não poupou críticas ao governo petista. Na ocasião, Collor comparou o processo de Dilma com o seu, em 1992, e defendeu que a chefe do executivo é a responsável por improbidades administrativas e deve responder por crime de responsabilidade.


A conversa com Collor, segundo um interlocutor de Dilma, aconteceu no mesmo momento em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que desembarcou ontem em Brasília para também tentar conquistar votos contra o impeachment, estava com o senador Edison Lobão (PMDB-MA). Lobão foi ministro de Minas e Energia nos governos de Lula e Dilma. Ele já votou contra a presidente afastada, mas agora diz estar indeciso.


O PT tenta ainda tenta atrair os senadores João Alberto (PMDB-MA) – que havia se posicionado a favor de Dilma, mas na última sessão foi contra – e Roberto Rocha (PSB-MA). A ordem da cúpula petista é atender às reivindicações de todos nas disputas municipais, mesmo que para isso seja necessário mudar parceiros nas alianças. Com informações do Estadão Conteúdo.


Fonte: Notícias ao Minuto



Dilma recebeu Collor por mais de duas horas no Alvorada na sexta

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Pré-candidato à Prefeitura de Ribeirão Preto é preso em convenção

Pré-candidato à Prefeitura de Ribeirão Preto é preso em convenção


Em frente ao prédio, disse à imprensa que é inocente, que já sabia da expedição do mandado de prisão e que sua defesa recorrerá da decisão judicial


O pré-candidato à Prefeitura de Ribeirão Preto (a 313 km de São Paulo) Fernando Chiarelli (PT do B) foi preso na manhã desta terça-feira (2) antes do início da convenção de seu partido.


Ex-vereador e ex-deputado federal, Chiarelli foi detido pela PF (Polícia Federal) por ter sido condenado por crime eleitoral na eleição de 2012, quando já havia tentado ser prefeito de Ribeirão Preto. A pena é de um ano e oito meses, no regime semiaberto.


Segundo a decisão da Justiça Eleitoral, na última eleição municipal Chiarelli ofendeu a então candidata Dárcy Vera (PSD), que foi reeleita, ao chama-la de “desonesta” durante o horário eleitoral gratuito.


Ele foi detido ainda do lado externo da Câmara de Ribeirão, onde ocorreu a convenção de seu partido. Em frente ao prédio, disse à imprensa que é inocente, que já sabia da expedição do mandado de prisão e que sua defesa recorrerá da decisão judicial.


Em abril, o TRE (Tribunal Regional Eleitoral) já havia negado recurso de Chiarelli. “Acabo de ser preso por ter feito uma simples manifestação de que a desonestidade impera nesta cidade”, disse ele, que afirmou que a candidatura será mantida.


Depois, entrou num carro da PF e foi levado para passar por exames, antes de ser encaminhado a uma prisão.


O diretório estadual do PT do B informou na tarde desta terça-feira que Chiarelli continuará como candidato do partido, situação que só será modificada caso fique provado que ele é culpado.


ADVERSÁRIOS


O embate entre Dárcy e Chiarelli é antigo. Em 1995, ele teve o mandato de vereador cassado por quebra de decoro parlamentar e a hoje prefeita, que era suplente da coligação, assumiu o mandato.


Após a última eleição, a Justiça chegou a cassar o mandato de Dárcy -decisão depois anulada pelo TRE- por abuso de poder político (uso de servidores comissionados na campanha eleitoral), em ação do Ministério Público com base em denúncia de Chiarelli. O caso foi revelado pela Folha de S.Paulo.


A reportagem procurou a prefeita de Ribeirão Preto, mas sua assessoria informou que ela não comentaria a prisão de Chiarelli pois ela ocorreu cumprindo uma decisão judicial. Com informações da Folhapress.


Fonte: Notícias ao Minuto



Pré-candidato à Prefeitura de Ribeirão Preto é preso em convenção